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Venda: Apartamento T1

Apartamento T1 - São Vicente de Fora, Lisboa, Lisboa - Imagem grande

Detalhes do imóvel

  • Distrito
    Lisboa
  • Concelho
    Lisboa
  • Localidade
    São Vicente de Fora
  • Area
    45 m²
  • Ano de Construção
    1979
  • Preço
    185.000 €
  • Certificado Energético
    D
  • Código interno
    2021/S486

Descrição

Imóvel localizado no coração de Lisboa, perto de transportes, escolas, comercio, bancos, estação de Santa Apolónia.

A ser comercializado tal como se encontra nas fotos.

Remodelação recente

Composto por:

Sala, cozinha, casa de banho e quarto com roupeiro e armário

Piso em mosaico, portas e moveis de cozinha em cerejeira, cabine de duche, alumínio lacado e vidros duplos, gás canalizado

Sinta-se em casa e venha falar connosco
Nossa referência 2021/S486
AMI 3325
Nota informativa: A informação disponibilizada, não dispensa a sua confirmação e não pode ser considerada vinculativa.


Em Lisboa encontram-se vestígios do Neolítico, Eneolítico e Neo-neolitico. Durante o Neolítico, a região de Lisboa foi habitada por povos que também viveram neste período noutros espaços da Europa atlântica. Estes povos construíram vários monumentos megalíticos. É ainda possível encontrar alguns dólmens e menires nos campos em redor da cidade. Situado no estuário do rio Tejo, o excelente porto de Lisboa tornou-a cidade ideal para abastecer de alimentos os navios que rumavam para as Ilhas do Estanho (actuais Ilhas Scilly) e para a Cornualha. O povo celta invadiu a Península no primeiro milénio a.C.. Graças a casamentos tribais com os povos ibéricos pré-romanos, aumentou significativamente na região o número de falantes da língua celta. O povoado pré-romano de Olisipo, com origem nos séculos VIII-VII a.C., assentava no morro e na encosta do Castelo. A Olisipo pré-romana foi o maior povoado orientalizante de Portugal. Estima-se que a sua população rondasse entre 2 500 e 5 000 pessoas. Olisipo seria um bom fundeadouro para o tráfego marítimo e para o comércio com os fenícios.

Achados arqueológicos fenícios debaixo dos claustros da Sé de Lisboa
Achados arqueológicos sugerem que já havia trocas comerciais com os fenícios na região de Lisboa em 1 200 a.C., levando alguns historiadores a admitir que teriam habitado o que é hoje o centro da cidade, na parte sul da colina do castelo. Na praça de D. Luís, em Lisboa, foram localizados vestígios de um fundeadouro com mais de 2000 anos, remontando ao século I a.C. e ao V d.C., onde os navios ancoravam para fazer descargas e reparações e também para o trânsito de passageiros e cargas. Além de viajarem daí para o Norte, os fenícios também aproveitaram o facto de estarem na desembocadura do maior rio da Península Ibérica para fazerem comércio de metais preciosos com as tribos locais. Outros importantes produtos aí comercializados eram o sal, o peixe salgado e os cavalos puros-sangue lusitanos, bem conhecidos na Antiguidade.

Recentemente (1990/94) vestígios fenícios do século VIII a.C. foram encontrados sob a Sé de Lisboa

Localizada na margem direita do estuário do Tejo, a 38º42' N e a 9º00' W, com altitude máxima na Serra de Monsanto (226 metros de altitude), Lisboa é a capital mais ocidental da Europa. Fica situada a oeste de Portugal, na costa do Oceano Atlântico. Os limites da cidade, ao contrário do que ocorre em grandes cidades, encontram-se bem delimitados dentro dos limites do perímetro histórico. Isto levou à criação de várias cidades ao redor de Lisboa, como Loures, Odivelas, Amadora e Oeiras, que são de facto parte do perímetro metropolitano de Lisboa. Mais recentemente, a sul do Tejo, mas pertencentes já ao distrito de Setúbal, Almada, Seixal e Barreiro são também casa para a expansão urbanística de Lisboa em particular após 1974, beneficiando da proximidade ao centro nevrálgico de Lisboa, embora com uma identidade claramente distinta da existente a norte do Tejo.

O centro histórico da cidade é composto por sete colinas, sendo algumas das ruas demasiado estreitas para permitir a passagem de veículos. A cidade serve-se de três funiculares e um elevador (Elevador de Santa Justa). A parte ocidental da cidade é ocupada pelo Parque Florestal de Monsanto, um dos maiores parques urbanos da Europa, com uma área de quase 10 km². Lisboa tem ganho terreno ao rio com sucessivos aterros, sobretudo a partir do século XIX. Esses aterros permitiram a criação de avenidas, a implantação de linhas de caminho-de-ferro e a construção de instalações portuárias e mesmo de novas urbanizações como o Parque das Nações e equipamentos como o Centro Cultural de Belém

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